Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O Gato de Schrödinger

Aplicando-se o formalismo quântico, o gato estaria por sua vez combinando 50% de "gato vivo" e 50% de "gato morto", correspondendo a dois estados indistinguíveis!

O Gato de Schrödinger

Aplicando-se o formalismo quântico, o gato estaria por sua vez combinando 50% de "gato vivo" e 50% de "gato morto", correspondendo a dois estados indistinguíveis!

Cientista portuguesa descobre que há condições para existir vida nas luas de Júpiter e Saturno

A astrobióloga portuguesa Zita Martins, investigadora do Imperial College of London, juntamente com o seu colega Dr. Mark Price, da Universidade de Kent, e uma equipa do Lawrence Livermore National Laboratory acabam de ver publicado um artigo na Nature Geoscience, onde concluem haver condições para a existência de vida nas luas de Júpiter e Saturno, devido às colisões de cometas.

 

Imagem: Zita Martins / Fonte: lisbon-challenge

 

Segundo o estudo, o impacto dos meteoritos propencia a formação de um dos componentes essenciais à existência da vida, os aminoácidos, tendo como base o metano e àgua, que com a energia do impacto dos cometas, conseguem dar origem a aminoácidos. Um dos exemplos para comprovar é a presença de Glicina, um aminoácido extremamente simples, no cometa 81P/Wild-2, facto descoberto recentemente pela NASA.

 

Imagem: Cometa P1 McNaught / Wikimedia Commons

 

Os investigadores utilizaram gás comprimido para a propulsão de projécteis com composições semelhantes ás dos cometas e meteoritos que bombardearam a terra entre 4,5 e 3,8 mil milhões de anos atrás, e que se encontrava coberta de gelo, e que, segundo crêm os ciêntistas, esses choques deram orígem a aminoácidos como glicina e alanina, e posteriormente aos primeiros seres vivos.


A abundância de gelo na superfície das luas de Saturno e Júpiter, Enceladus e Europa, poderiam proporcionar um ambiente ideal para a produção de aminoácidos através do impacto de meteoritos, concluem os pesquisadores, realçando ainda a importância de futuras investigações e missõies espaciais na procura de sinais de vida.


Mais informação: Artigo na Nature Geociences; Imperial College Newsletter